Hoje, o mesmo frio na barriga dos dias anteriores... como se algo ruim tivesse prestes a acontecer. Como se daqui a poucos segundos o telefone fosse tocar e o teto desabar sobre a minha cabeça.
Uma incerteza que não passa...e que agora me faz perder o ar.
É engraçado e assustador... não consigo respirar...
Os mesmos medos que voltam como se nunca tivessem ido embora de verdade. As mesmas perguntas e o ar que me falta... Subo bem alto, chego perto a janela e tendo encontrá-lo, mas ele foge de mim.
Sinto falta de mim mesma quando na verdade, das mil faces que tenho, não sei qual é minha de verdade ou qual posso usar nesse momento. Sinto falta de alguém que, por um único instane, me permita não saber quem sou e que me ame mesmo assim...
Uma incerteza que não passa...e que agora me faz perder o ar.
É engraçado e assustador... não consigo respirar...
Os mesmos medos que voltam como se nunca tivessem ido embora de verdade. As mesmas perguntas e o ar que me falta... Subo bem alto, chego perto a janela e tendo encontrá-lo, mas ele foge de mim.
Sinto falta de mim mesma quando na verdade, das mil faces que tenho, não sei qual é minha de verdade ou qual posso usar nesse momento. Sinto falta de alguém que, por um único instane, me permita não saber quem sou e que me ame mesmo assim...

Verdade é que sentimos medo do incerto, do que não conseguimos ver claramente. Medo do futuro que nada mais é do que isso. São nossos fantasmas que insistem em nos assombrar. Mas o que fazer para não temermos o que é incerto? O que devemos fazer para que o futuro, ainda que o mais próximo, como o próximo segundo, não nos pregue uma peça? A resposta que me ocorre agora é a mesma que você cita em: “...Uma incerteza que não passa e agora, me faz perder o ar...” Existe outra resposta? Não sei.
E infelizmente acho que quanto a isso não se pode fazer nada. Porém, quanto as faces...
só sei que prefiro te amar, não só por um instante, mas por tantos quanto forem necessários para a nossa existência, independente de qual seja....
Bjo Grande!!!