Como a flecha lançada
A palavra foi dita
A atitude foi tomada...
Eu volto pra trás
E me escondo mais uma vez na sua sombra
As pedras no caminho
Tapam a minha visão
Sinto-me cega nessa escuridão que chega depressa demais
O sonho termina e o sono não vem
Eu posso ouvir os soluços debaixo do travesseiro
Eu posso ouvir os gritos sufocados pela sua mão
Mas eu não posso ouvir o que você disse que me diz...
Alguém me conta agora aquela história...
E chora...
E chora...
E chora...
As lágrimas já estão no chão
Não adianta mais secar.
Eu ligo a TV e finjo acreditar na novela das seis
“Sou os sentimentos de uma pedra”
Sou a audiência de vocês.
Eu corro pra não perder
Às vezes eu olho pra trás
Como quem repudia seus fracassos
Mas sigo...
Indefinidamente apressada
Apressadamente indefinida
Sem rastejar...
Sem lamentar...
Sem porque...
Sigo!
Nesse instante o telefone toca
E eu prefiro não dizer...
Vou embora desse meu mundo
Chega de invenções...
Chega de mim...
Chega de não ter fim...
Fico por aqui.
A palavra foi dita
A atitude foi tomada...
Eu volto pra trás
E me escondo mais uma vez na sua sombra
As pedras no caminho
Tapam a minha visão
Sinto-me cega nessa escuridão que chega depressa demais
O sonho termina e o sono não vem
Eu posso ouvir os soluços debaixo do travesseiro
Eu posso ouvir os gritos sufocados pela sua mão
Mas eu não posso ouvir o que você disse que me diz...
Alguém me conta agora aquela história...
E chora...
E chora...
E chora...
As lágrimas já estão no chão
Não adianta mais secar.
Eu ligo a TV e finjo acreditar na novela das seis
“Sou os sentimentos de uma pedra”
Sou a audiência de vocês.
Eu corro pra não perder
Às vezes eu olho pra trás
Como quem repudia seus fracassos
Mas sigo...
Indefinidamente apressada
Apressadamente indefinida
Sem rastejar...
Sem lamentar...
Sem porque...
Sigo!
Nesse instante o telefone toca
E eu prefiro não dizer...
Vou embora desse meu mundo
Chega de invenções...
Chega de mim...
Chega de não ter fim...
Fico por aqui.
